segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Morar no campo ou na cidade?

Campo ou cidade? 


Saber se a vida urbana é melhor ou pior que a vida rural envolve uma série de questões e fatores, conversamos com o empresário Miroslav jevtic, que diz que resultado final é a escolha de um lugar para morar que ofereça a melhor qualidade de vida para essa família ou indivíduo. Afinal, a saúde e o bem-estar são sempre uma das principais preocupações. 

É um fato médico que viver em certos ambientes e sob certas circunstâncias pode afetar direta e indiretamente a saúde e o bem-estar. Portanto, Jevtic diz que tentar determinar qual ambiente seria o melhor não se trata apenas de encontrar uma casa que te faça feliz, mas também o que te faz saudável. 

Você sabia que, no século XX, o Brasil viveu um processo conhecido como Êxodo Rural?​ A partir da década de 1930 e principalmente durante as décadas de 1960 e 1970, milhões de                                
pessoas deixaram o campo para tentar a sorte nos centros urbanos, em busca de emprego e melhores condições de vida. Curiosamente,​ ​hoje a balança está se invertendo​.  

Conforme diz Miroslav Jevtic, a ausência de estressores urbanos, como engarrafamentos, altos índices de criminalidade e longas filas, é um dos aspectos mais atraentes da vida rural. A nutrição é outra vantagem de morar em áreas rurais. Na roça, como chamamos carinhosamente, se têm acesso mais imediato a frutas e vegetais frescos, bem como acesso mais direto a produtos orgânicos. Tudo bem, não temos tantas opções de restaurantes…mas isso é uma oportunidade para nos aventurarmos na cozinha! 
o empresário Miroslav Jevtic diz também, que a vida no campo oferece ar fresco, limpo e muitos espaços verdes abertos. Segundo especialistas, estar ao ar livre ao ar livre não é apenas uma vantagem para a saúde física, mas também para a saúde mental. 





quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Mudanças causadas pela pandemia no mercado do vinho

 Para o empresário Bozidar Kapetanovik, o ano de 2020 foi um verdadeiro divisor de águas para o mercado do vinho no Brasil, provocado por uma grande alteração nos hábitos de consumo impostas pelo distanciamento social. Bozidar Kapetanovik fala sobre as mudanças na dinâmica do mercado e os desafios no mercado brasileiro do vinho para 2022.



" O vinho é uma excelente oportunidade para rentabilizar um negócio. É uma categoria difícil de trabalhar e acho que as vinícolas devem ajudar o varejo a aprender a expor os produtos de uma forma correta" , diz Kapetanovik. Em sua manifestação, destacou ainda a maturidade pela qual passa o mercado nacional. O Brasil já é maduro e uma prova disso é a grande oferta, a diversidade dos vinhos que temos para comercializar.


A mudança de hábitos é visível. No país ainda há muito espaço para galgarmos no e-commerce”, declarou lembrando que a China tem 1 bilhão de usuários de lojas on-line, enquanto os Estados Unidos possuem 260 milhões e o Brasil, terceiro colocado, alcançou a marca de 120 milhões.


Até mesmo o clima pode ser um balizador para comercialização de vinhos. Bozidar Kapetanovik confidenciou que no frio é possível vender até cinco vezes mais garrafas que no calor. Ele também detalhou a faixa de preço procurada por diferentes consumidores. Há quem queira impressionar ou mesmo o jovem que deseja um branco para gelar. Tudo é uma questão cultural. O mais importante de tudo é que escoemos a produção das pipas”, relata.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

QUAIS SÃO OS PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL? O ADVOGADO LUIZ ROBERTO PARDO RESPONDE

 


A área do Direito Penal possui extrema relevância entre os advogados, mas você sabe por quê? Na percepção do advogado Luiz Roberto Pardo, a área é muito procurada devido a sua função de regular o poder punitivo do Estado, assim, ele seleciona as condutas individuais ou coletivas que são consideradas indesejadas ou possuidoras de gravidade e reprovação social, sendo capazes de colocar em risco a convivência em sociedade. 

 

Desse modo, ele deve ser entendido como um sistema de normas jurídicas que estabelece por pressuposto um crime como fato e uma pena como consequência. Além do mais, assim como nos demais ramos do Direito, seus princípios são a base de sustentação da construção legal do exercício e, por isso, são muito relevantes. 

 

Mas, afinal, quais são os princípios do Direito Penal?

  • Princípio da Legalidade

Na percepção do advogado Luiz Roberto Pardo, esse princípio é, provavelmente, um dos mais conhecidos e prevê que não há crime sem que exista uma lei tipificando a conduta assumida quanto tal. Dessa forma, busca prevenir ações de cunho autoritário e arbitrárias do Estado no uso da ferramenta punitiva, assegurando à pessoa que ela não será punida por realizar algo que não seja ilícito. 

  • Princípio da Retroatividade

Já o princípio da Retroatividade assegura que ninguém pode continuar sendo punido por um crime que não está mais expressamente previsto na legislação. Assim, o próprio Código Penal garante que nenhum indivíduo deve continuar pagando por uma pena de um crime que, por alguma razão, deixou de ser visto como crime perante a lei. 

  • Princípio da Intervenção Mínima

O Direito Penal trata-se da ação punitiva do Estado como um modo de proteger os bens jurídicos da sociedade e, por isso, é considerado a última linha de recursos para lidar com qualquer tipo de impasse. Nesse sentido, o advogado Luiz Roberto Pardo esclarece que o princípio da Intervenção Mínima aponta justamente isso: todos os meios administrativos e legais devem ser utilizados antes de quaisquer tipos de aplicações penais. 

  • Princípio da Culpabilidade 

Esse princípio, por sua vez, aponta que são passíveis de penalização somente aqueles que cometem o crime com dolo ou culpa, isto é, que de algum modo possuem consciência ou capaciade de consciência de que o ato realizado é ilegal. O advogado Luiz Roberto Pardo indica que, é por essa razão que há a excludente de culpabilidade no Direito Penal.

  • Princípio da Insignificância

O princípio da insignificância é fundamental, uma vez que aponta que uma pessoa não deve ser punida se realizar um ato ilícito de resultado insignificante ao bem jurídico afetado. Ou seja, considera o impacto em relação ao possível encarceramento. Seu intuito é garantir que a pena seja proporcional ao ato cometido. 

  • Princípio da Humanidade da Pena

Na visão do empresário do mundo jurídico, Luiz Roberto Pardo, esse princípio é muito influenciado pela Declaração dos Direitos Humanos e se refere ao fato de que nenhum individuo deve ser penalizado de forma degradante à dignidade humana, vetando punição por morte, tortura, trabalho forçado ou qualquer tipo de violência física, moral ou psicológica. 

  • Princípio da Pessoalidade

Por fim, o advogado e empresário do mundo jurídico, Luiz Roberto Pardo, esclarece que o princípio da Pessoalidade indica que nenhuma pessoa pode ser punida pelo crime de outro indivíduo, cabendo ao único responsável pelo crime a pessoa que o cometeu.

Morar no campo ou na cidade?

Campo ou cidade?  Saber se a vida urbana é melhor ou pior que a vida rural envolve uma série de questões e fatores, conversamos com o empres...